Roma: Encontro Mundial de Movimentos Populares

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Comunicado de Imprensa

 27, 28 y 29 de Outubro de 2014

Diversos movimentos representativos dos excluídos, junto ao Pontifício Conselho de Justiça e Paz da Academia Pontifícia de Ciências Sociais, com o apoio explícito do Papa Francisco, impulsamos o Encontro Mundial de Movimentos Populares que acontecerá de 27 a 29 de outubro de 2014.

Nos alegra enormemente a possibilidade de fazer ouvir a voz, de dar visibilidade aos excluídos, dentro do Vaticano. Agradecemos profundamente ao Papa Francisco esta possibilidade, uma nova demonstração do permanente acompanhamento e aproximação, não somente em direção aos que sofremos injustiças, mas também em direção aos que nos organizamos e lutamos contra as mesmas injustiças.

Camponeses Moçambicanos vs. a Grande Corrida à Terra Africana

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(Publicado primeiro em http://www.huffingtonpost.com/salena-tramel/mozambican- peasants-vs-th_b_5943776.html)

Maputo – Com um litoral vibrante que se estende por mais de 1,500 milhas ao longo do Oceano Índico, com um interior repleto de parques que podem rivalizar com Serengeti e uma cornucópia de recursos naturais – localizados essencialmente em terras utilizadas por comunidades rurais humildes – Moçambique tem atraído muita atenção nos últimos tempos enquanto um dos centros de investimento mais promissor de África e um destino em voga. Os investidores não demoraram em impor os seus interesses no país depois de duas décadas de relativa estabilidade, na sequência de uma guerra civil de 16 anos que se seguiu à independência.

O estado moçambicano, sem meios financeiros, é tecnicamente o proprietário de toda a terra delimitada pelas suas fronteiras, oferecendo arrendamentos renováveis até 99 anos a governos estrangeiros e multinacionais do agronegócio ou megaprojetos da indústria extrativa.

Mulheres Camponesas defendem uso de sementes nativas para garantia da soberania alimentar

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A soberania alimentar é apontada pelas mulheres camponesas e pelos camponeses como sendo o direito dos povos a uma alimentação saudável, aliada a políticas ecológicas sustentáveis, que devem ser criadas e implementadas pelo Governo. E para que a soberania alimentar se efective é fundamental a continuidade do uso das sementes convencionais que sempre foram cultivadas pelos camponeses ao longo dos anos, em quase todo o país. Contudo, para o Ministério da Ciência e Tecnologia, o país não pode ficar alheio a práticas de biotecnologia que têm sido implementadas em alguns países africanos.

Essas práticas referem-se concretamente ao uso de sementes geneticamente modificadas, não obstante os riscos ambientais, de saúde, bem como a falta de resistência a mais de uma época de sementeira, que estas sementes, assim como as híbridas apresentam.

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