“Os Camponeses devem reivindicar as novas politicas agrarias de modo a torná-las socialmente justas”, diz João Mosca

on .

(Mais fotos...)

CLEDY TARMAMADE

O tema da Política Agrária em Moçambique divide opiniões e posicionamentos. Amplamente debatida ontem, 15 de outubro, no decorrer da IIª Conferência Internacional Camponesa sobre Terra, evidencia as diferenças entre as vivências reais dos camponeses e os planos do Governo.

Os camponeses tomaram a palavra para contar na primeira pessoa as lutas e dificuldades por eles vivenciadas no seu dia a dia na sua atividade agrícola. As dificuldades para aquisição de insumos, a inexistência de políticas públicas claras para o sector da agricultura familiar assim como a dificuldade de obtenção do Título de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) constituem o calcanhar de Aquiles dos camponeses.

Cheias e Inundações Deixam Milhares de Camponeses em Situação de Risco

on .

União Provincial de Camponeses de Cabo Delgado-UPC, um movimento de Camponeses desta Província e membro integrante da União Nacional de Camponeses de Moçambique (UNAC) que luta pela defesa dos direitos e interesses dos camponeses acompanha com manifesta profunda preocupação e solidariedade para com as vítimas das calamidades naturais, que prevalecem no Pais, particularmente na província de Cabo Delgado, que tem sido ciclicamente atingido, nos últimos anos, por diversos fenómenos naturais entre cheias, inundações e mau tempo que afectam negativamente os camponeses e demais população. 

Manifesto de Solidariedade ao Povo e ao Governo da Republica Bolivariana de Venezuela

on .

(Maputo, 26 de Fevereiro de 2014) - A União Nacional de Camponeses (UNAC), movimento de camponeses de Moçambique que luta pela defesa dos direitos sociais, económicos e culturais dos camponeses, acompanha atentamente e com enorme preocupação e indignação o espectro de golpe de Estado neofascista e imperialista que ronda na República Bolivariana de Venezuela contra o Presidente Nicolas Maduro e todas as autoridades legítimas do seu Governo, democraticamente eleitas em 2013 pelo Povo Venezuelano. A UNAC repudia, condena e denuncia todos actos e protestos conspirativos e violentos em curso na República Bolivariana de Venezuela desde o passado dia 12 de Fevereiro de 2014 que atentem contra a ordem constitucional e democrática. Igualmente, a UNAC condena a campanha distorcida e nefasta orquestrada e promovida por alguns sistemas que visam desprestigiar o Governo Venezuelano.