The Nampula Declaration

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The Nampula Declaration

UNAC 2014 Ordinary General Assembly

April 29th to May 1st 2014


The União Nacional de Camponeses (UNAC), is the Mozambican peasant movement which for over 25 years fights for the social, economic and cultural rights and food sovereignty of Mozambican men and women peasants. Counting with the presence of 100 men and women, youth and peasant leader delegates and invited guests from across the country came together for one more General Assembly, referring to the 2014 associative exercise, from the 29th of April to the 1st of May, at Quinta Nasa, in the surroundings of Nampula City, in Nampula province.

The Nampula Assembly take places in a time where the country is immersed in political and military tensions which have reached alarming and profoundly threatening proportions for national reconciliation and Peace consolidation, and the deepening of the democratic process. These tensions have severe impacts thousands of men and women peasants, especially those living in the areas where the conflict is physically taking place. On the other hand, the marginalization and total exclusion of peasants from the definition and prioritization of national development policies, particularly those with an agrarian focus; the systematic violations of peasants’ land rights by mining, hydrocarbons and agribusiness megaprojects and other private and public investments; the successive attempts by certain sectors of government and others of increasing profitability and privatization of land, represent to us peasants a national emergency, for which we are called to position ourselves and toughen our resistance and struggle agenda.

Declaração da Assembleia-Geral Ordinária da UNAC 2014

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Com uma presença de cerca de 100 delegados e convidados entre homens, mulheres, jovens e lideranças camponesas de todas as províncias do País, em representação dos mais de 100 mil membros da União Nacional de Camponeses (UNAC), movimento camponês de Moçambique, que, há mais de 25 anos, luta pelos direitos sociais, económicos, culturais dos camponeses e camponesas e pela soberania alimentar, reunimo-nos, em mais uma Assembleia-Geral anual, referente ao exercício associativo de 2014, entre os dias 29 de Abril e 01 de Maio de 2014, na Quinta Nasa, arredores da Cidade de Nampula, Província do mesmo nome.

A Assembleia de Nampula acontece num contexto em que o País está mergulhado em tensão política e militar que atingiu proporções alarmantes e profundamente ameaçadoras do processo de reconciliação, consolidação da Paz e aprofundamento do processo democrático, cujos impactos são severos na vida de milhares de camponeses e camponesas, particularmente nas regiões de maior incidência do conflito. Por outro lado, a marginalização e total exclusão dos camponeses na definição e priorização das políticas de desenvolvimento, com particular enfoque no sector agrário; as violações sistemáticas dos direitos de camponeses sobre a terra pelos mega projectos de mineração, hidrocarbonetos, agronegócio e demais projectos de investimentos públicos e privados; as sucessivas tentativas de determinados sectores do governo e não só, de rentabilização e privatização da terra, representam para nós camponeses e camponesas uma emergência nacional, para a qual somos chamados a nos posicionar e endurecer a nossa resistência e pautas de luta.

Realiza-se em Nampula a Assembleia-Geral Ordinária da UNAC 2014

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(Nampula, 28 de Abril de 2014) − Com uma presença de cerca de 100 lideranças camponesas e convidados entre homens, mulheres e jovens de todas as províncias do País, em representação dos mais de 100 mil membros e mais de 2000 associações e cooperativas de camponeses, a União Nacional de Camponeses (UNAC), o maior e mais antigo movimento camponês de Moçambique, que, há mais de 25 anos, luta pelos direitos sociais, económicos, culturais dos camponeses e camponesas e pela soberania alimentar, reúne-se, em mais uma Assembleia-Geral anual, referente ao exercício associativo de 2013, entre os próximos dias 29 de Abril e um (1) de Maio de 2014, na cidade nortenha de Nampula.

Com a Assembleia-Geral anual de Nampula, os camponeses e as camponesas de todo o País, pretendem reforçar a sua capacidade organizacional, formação das lideranças camponesas, troca de experiência entre camponeses, engajamento, resistência e luta contra o avanço do actual modelo de desenvolvimento que exclui o campesinato e assenta fundamentalmente, em produção de monoculturas voltadas para exportação. Através desta Assembleia, os camponeses e as camponesas de Moçambique, pretendem ainda reafirmar o seu compromisso inalienável com a agricultura camponesa e engajamento na luta pela realização dos preceitos e direitos constitucionais que definem a agricultura como sendo a base de desenvolvimento de Moçambique.

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