EM NAMPULA, A FALTA DE CHUVAS PREJUDICA CAMPONESES

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Camponeses de Nampula, principalmente dos Distritos de Angoche, Moma, Larde, Liúpo, Mogincual, Meconta, Rapale, Murrupula e Monapo, reclamam da baixa produção do arroz da segunda safra, em virtude da falta de semente.

 

Falta de reservas

Falando ao “Boletim Informativo UNAC”, alguns camponeses revelaram ter lançado toda a sua semente na primeira época, sem deixar reservas, tendo esta sucumbido à falta de chuvas. Aliás, a falta de chuvas desde Dezembro/16 até Março/17, não só prejudicou as culturas de arroz e amendoim, como também obrigou a que o Campo de Demonstração de Resultados, de arroz, em Luaze, Distrito de Angoche, recorrece à rega manual. O que é pior.

 

A safra da recuperação

Segundo os mesmos camponeses, “só com chuvas regulares é que se planifica e se produz melhor, daí que depois das chuvas de final do mês de Março, estejamos felizes com a reanimação das culturas de gergelim, mandioca, milho, feijões e hortícolas” - disseram.

 

Entretanto...

A massiva reprodução de mudas e/ou de plantas enxertadas de cajueiro e fruteiras diversas, em vários distritos da Província de Nampula, está igualmente reanimando as expectativas dos camponeses envolvidos, que têm em vista, não apenas o repovoamento, em seus espaços, mas também a venda de mudas, aos demais interessados.

JINDAL RECOLONIZA AS POPULAÇÕES DE CASSOCA

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O “braço-de-ferro” de há anos, entre a mineradora Jindal e as populações da Comunidade de Cassoca, no Distrito de Marara, Província de Tete, continua, em virtude da falta de seriedade, por parte da mineradora.

 

Com efeito, a Jindal prometeu, através de um Memorando de Entendimento, assinado em 2015 pela empresa e por 10 representantes da população, na presença do Governador Paulo Auade, reassentar condignamente 289 famílias de Cassoca (removidas da zona de mineração), construindo-lhe igual número de casas, em alvenaria, num prazo de 18 meses. Até agora, a Jindal construiu apenas 10 casas.

 

Uma possível manifestação

Recorrendo às experiências que no passado pressionaram as mineradoras a cederem e a assumirem as suas responsabilidades, aventa-se a hipótese de se boicotar o funcionamento da empresa, durante pelo menos duas semanas, como forma de chamá-la à razão, sabido que as populações continuam sofrendo com os efeitos nefastos das poeiras resultantes da mineração a céu aberto, e da consequente poluição ambiental, com evidências no precário estado geral de saúde.

 

Efeitos na saúde humana

Segundo depoimentos do Senhor Bernardo Leandro Jóia, Líder Comunitário local, a população daquela comunidade sofre sistematicamente de doenças respiratórias. “As pessoas daqui estão sofrendo de tuberculose, por causa das poeiras da Jindal. Até os animais e as plantas sofrem, adoencem e morrem. Se até as folhas de todas as plantas por aqui mudaram de cor, imagine-se a sobrevivência humana” - lamentou Jóia, acrescentando que “o Governo do Distrito, entretanto, mobilizou as populações a baixarem os ânimos, perante essa cruel violação do seu direito humano à vida condigna, à saúde e ao ambiente sadio”.

 

Cumplicidade do Governo

No local, o “Boletim Informativo UNAC” apurou que mesmo sem reassentar as populações, isto é, sem cumprir com a promessa assumida perante o Governador da Província, a empresa Jindal, claramente protegida pelo Governo, nas suas falcatruas, continua explorando o carvão mineral, a céu aberto, e em prejuízo das populações.

 

Outro memorando mafioso

O “Boletim Informativo UNAC”, apurou também que havia sido assinado um outro Memorando de Entendimento, no qual a Jindal prometia indemnizar as famílias, em dinheiro, no valor unitário de 119.250,00MT que, igualmente, ninguém recebeu ainda. O prazo do aludido pagamento, expirou em Outubro de 2016.

 

Perdas de vidas

Recentemente, seis pessoas perderam a vida na Comunidade de Cassoca, alegadamente, vítimas de tuberculose, resultante, por sua vez, do “consumo” de poeiras. “Quando se mata um animal, já não se pode comer as tripas, vulgo khôngwê, porque saem pretas de poeira de carvão” - disse Jóia, apelando por socorro.

 

Cancela junto à entrada

Alegadamente por criarem agitação junto às populações, as OSC-Organizações da Sociedade Civil estão “proibidas” de acessar à comunidade, tendo para tal, sido colocada uma cancela à entrada. A título de exemplo, recentemente, uma equipa da UPCT-União Provincial de Camponeses de Tete, que levava semente para distribuição gratuita às populações de Cassoca, para a segunda safra, foi travada junto à cancela.

 

Foi humilhante e revoltante, para nós, termos que rogar por permissão para circularmos em nosso próprio território, num país independente” - lamentou Firmino Timanimoto, um dos integrantes da equipa da UPCT.

 

Liberdade hipotecada

Segundo Timanimoto, é simplesmente lamentável o que está acontecendo em Cassoca, onde aparentemente as populações não gozam da independência, porque há ali um “convidado de honra” do Governo moçambicano versus imperialista, chamado Jindal.

 

Devido à falta de chuvas e às pragas, as populações de Cassoca perderam a produção da primeira época, daí a necessidade de apoioá-las em sementes, coisa que a UPCT se dignou em fazer.

 

Proibido fazer enterros

Consta dos depoimentos recolhidos em Cassoca, que a empresa Jindal ordenou o encerramento do Cemitério onde eram sepultadas as pessoas da zona.

 

O Líder Comunitário de Cassoca, contou ao “Boletim UNAC” que quando alguém perde a vida na comunidade, a Jindal responsabiliza-se em levar o corpo para bem longe, cerca de 20 km, alegadamente porque a zona possui carvão de excelente qualidade, que não pode ser misturado com cadáveres.

 

Romover ossadas

Bernardo Jóia lamentou ainda, nos seguintes termos: “Nós temos a tradição de visitar os defuntos, periodicamente, ornamentar campas e regar, mas somos proibidos de entrar no antigo cemitério; e para o novo, não temos como ir por causa da distância. Falam até de remover os ossos dos defuntos do antigo cemitério para o novo, lá onde a gente não consegue visitar”.

O DILEMA DA FALTA DE CHUVAS, EM NAMPULA

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A maioria dos distritos da Província de Nampula, ressentiu-se da estiagem que se arrastou pelo segundo semestre do ano passado, até ao primeiro trimestre do corrente.

 

São os exemplos de Angoche, Larde e Rapale, onde a falta de chuvas obrigou os camponeses de algumas das aldeias a adiarem o lançamento da sementeira.

 

Água para o consumo

Por outro lado, relatos que chegaram ao “Boletim UNAC”, indicam para uma falta acentuada, então, de água para o consumo, facto que obrigou as populações a percorrer grandes distâncias e a esperar em filas, longo tempo, por um recipiente de água para o uso caseiro.

 

Aliás, o consumo de água inapropriada, chegou a causar surtos de diarreias, bilharziose, malária e outros, nalguns povoados do Posto Administrativo de Aube, no Distrito de Angoche.

 

Apelos para a boa higiene

Falando à população local, na altura, Abel Selimane, Secretário do Bairro de Nacipita, exortou-a a cuidar melhor da sua higiene individual e colectiva, por exemplo, através da construção e bom uso de latrinas melhoradas, fervura de água para o consumo, etc.

 

Recorde-se aqui os casos de abandono escolar, por crianças carentes, devido às precárias condições de alimentação.

UDAC-NAMACURRA REALIZA ASSEMBLEIA ELEITORAL

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Camponeses de Namacurra, na Província da Zambézia, reuniram-se, recentemente, em mais uma Assembleia-geral Eleitoral, com o objectivo de avaliar o desempenho da agremiação, e eleger os novos dirigentes.

 

Participaram 47 delegados, provenientes de 10 fóruns, e 8 convidados, dentre os quais, o Director dos Serviços Distritais de Actividades Económicas (SDAE) e a Vice-Presidente da UPCZ-União Provincial de Camponeses da Zambézia.

 

Apresentação de relatórios

Terminados os discursos inerentes à abertura oficial do evento, seguiu-se à apresentação e apreciação dos relatórios, narrativo e financeiro, referentes ao quinquénio 2012-2016, pelo Presidente da UDAC-União Distrital de Camponeses de Namacurra. Depois de apreciados e emendados, os mesmos foram aprovados por unanimidade.

 

Produção de mais comida

Essencialmente, os relatórios destacavam os avanços conseguidos, a nível produtivo e organizacional, ao longo do período, dando azo ao discurso governamental, de abertura, no qual apelava-se ao aumento da produção e da produtividade, reconhecido o valor da comida, para a vida. “Para qualquer um, erguer-se pela manhã, viver e trabalhar, é indispensável que tenha se alimentado, daí que os produtores da comida, os camponeses, devam ser valorizados” - disse-se.

 

Resultado eleitoral

Do acto da votação, considerado livre, justo e transparente, saiu vitorioso o companheiro Paulo Cipriano, no cargo de Presidente da UDAC. O companheiro Fernando Matateu ganhou a presidência do Conselho Fiscal; e o companheiro Jonasse Muliela, a da Mesa da Assembleia-geral.

UDAC-MACANGA REALIZA ASSEMBLEIA ELEITORAL

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Furacungo, no Distrito de Macanga, Província de Tete, acaba de ser palco da realização da II Assembleia-geral Eleitoral, da União local de Camponeses, com a participação de 34 delegados (representando a totalidade das associações locais filiadas), 2 convidados de SDAE-Servições Distritais de Actividades Económicas e o Vice-Presidente da UPCT-União Provincial de Camponeses de Tete.

 

O evento iniciou com a apresentação duma mística que versava sobre a Agricultura de Conservação, seguida da saudação e boas vindas, na voz do Presidente cessante da UDAC-União Distrital de Camponeses de Macanga, companheiro Jussaque Cabango, e da abertura oficial, na voz da Secretária Permanente Distrital, em representação do Administrador do Distrito.

 

Abertura Oficial

Como anteriormente mencionado, a abertura oficial contou com o discurso da Secretária Permanente do Distrito de Macanga, que começou por agradecer o convite e congratular os camponeses locais, pelo feito. Prosseguindo, esta repetiu o falacioso discurso governamental sobre a necessidade do aumento da produção e da produtividade agrícola, com vista ao desenvolvimento do país, combate à fome e à pobreza, redução dos níveis de crise económica e financeira, etc.


Votar com inteligência

A dado passo do seu discurso, a governante em menção, exortou à direcção cessante da UDAC, para que colaborasse com a que seria então eleita, com vista ao crescimento da Organização e à consolidação do movimento. Predispôs-se, igualmente, a tomar parte dos desafios, lutas e agendas do movimento camponês, em geral, desde que convidada e envolvida, com vista ao desenvolvimento. “Vocês os membros presentes neste processo democrático que culminará com a eleição de novos Órgãos Sociais, valorizem o momento e a ocasião, e votem com inteligência, de olhos na prosperidade individual e colectiva. Terminada a vossa assembleia eleitoral, e de regresso ao vosso trabalho, continuem apostando naquilo que vos dá de comer, e sejam gratos, através da demonstração de dedicação, a todos os que apoiam a vossa causa e as vossas lutas” - sublinhou.

 

Apreciação do desempenho

Respeitados os procedimentos, coube o momento à apresenta-ção e apreciação dos relatórios referentes ao quinquénio que, depois de alguma contestação, por alegadamente não apontarem acções concretas, acabaram por ser aprovados, considerando-se as emendas.

 

O não pagamento de quotas

Uma das grandes lamentações do elenco cessante, foi o não pagamento de quotas pelos associados, a todos os níveis. Todavia, a prática da Agricultura de Conservação, foi a que mais elogios arrancou, por parte dos delegados, que apelaram aos que a apoiam, para que continuem.

 

Novos dirigentes

Do justo processo eleitoral, triunfaram os companheiros Manvuto Jossefate, no cargo de Presidente da UDAC, e Paulo Mateus, no de Presidente do Conselho Fiscal.

 

Falando pela primeira vez como Presidente da UDAC, Manvuto Jossefate, simplesmente agradeceu aos membros pela confiança depositada em si, e prometeu não defraudar.

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Here is a sample; alter the names: Yoyodyne, Inc., hereby disclaims all copyright interest in the program `Gnomovision' (which makes passes at compilers) written by James Hacker. , 1 April 1989 Ty Coon, President of Vice This General Public License does not permit incorporating your program into proprietary programs. If your program is a subroutine library, you may consider it more useful to permit linking proprietary applications with the library. If this is what you want to do, use the GNU Library General Public License instead of this License.